
sábado, 20 de março de 2010
sexta-feira, 3 de abril de 2009
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Conto de Natal
Valadares 1983
Era véspera de natal tudo estava um silêncio, o Jovem Herculano Castro esperava a vinda do Pai natal, ele não contara a ninguém mas ainda com nove anos ainda acreditava no pai natal, o único que sabia era o seu irmão.
Ouviu um barulho lá fora, seria o pai natal com o trenó, saio da cama vestiu o robe e no corrimão das escadas olhou para a sala escura eliminada pelas luzes da arvore de natal, logo algo aconteceu, finalmente iria provar que não estava enganado, o ser idoso simpático de vermelho existia mesmo e não só nos reclames da Coca-Cola, logo apareceu o seu pai com a mãe, que dizia
- Há muito tempo que não tínhamos um tempinho para nós… Herculanocas o que fazes aqui?
- Nada, nada só vim beber agua já vou para a cama.
No dia seguinte a arvore estava cheia de presentes, o seu irmão estava todo eufórico, ele não, porque se calhar descobrira a verdadeira verdade do natal da pior maneira, o pai natal não existe, e quem pôs os presentes naquela noite foi o pai e a mãe.
No próximo natal triste com a descoberta escreveu uma comprida carta ao falso pai Natal, e mandou-o pelo correu, que ao cair no correio desapareceu como por magia.
Na madrugada de Natal, o Herculano acordou e viu o Pai natal tal como a Coca-Cola descreve estava sorridente a olhar para ele, o Herculano tocou com o dedo na gorda barriga e perguntou
- Tu és real?
- Sou sim, tal como é real o sol desaparecer e nascer no mar.
- Mas o sol não nasce no mar.
- Tu estas acordado para ver?
- Não, mudando de assunto porque fazes crer que não existes quando crescemos?
- Tudo trata-se do guiso, consegues ouvi-lo?
- Não.
- Vês estas a crescer, estas a deixar de o ouvir, sabe s quando crescemos deixamos de ouvi-lo.
- Espera eu preciso de ouvi-lo, toca mais uma vez – o pai natal tocou mais uma vez o guiso – eu oiço-o, eu oiço.
Logo abraçou-se ao pai natal que desapareceu como por magia, correu lá em baixo e viu os presentes na árvore de natal, o relógio batia as 12 badaladas, decido não acordar ninguém e abri-lo de manhã bem cedo.
Dedico esta história a todos que conseguem como eu ouvir o guiso na noite de Natal.
Era véspera de natal tudo estava um silêncio, o Jovem Herculano Castro esperava a vinda do Pai natal, ele não contara a ninguém mas ainda com nove anos ainda acreditava no pai natal, o único que sabia era o seu irmão.
Ouviu um barulho lá fora, seria o pai natal com o trenó, saio da cama vestiu o robe e no corrimão das escadas olhou para a sala escura eliminada pelas luzes da arvore de natal, logo algo aconteceu, finalmente iria provar que não estava enganado, o ser idoso simpático de vermelho existia mesmo e não só nos reclames da Coca-Cola, logo apareceu o seu pai com a mãe, que dizia
- Há muito tempo que não tínhamos um tempinho para nós… Herculanocas o que fazes aqui?
- Nada, nada só vim beber agua já vou para a cama.
No dia seguinte a arvore estava cheia de presentes, o seu irmão estava todo eufórico, ele não, porque se calhar descobrira a verdadeira verdade do natal da pior maneira, o pai natal não existe, e quem pôs os presentes naquela noite foi o pai e a mãe.
No próximo natal triste com a descoberta escreveu uma comprida carta ao falso pai Natal, e mandou-o pelo correu, que ao cair no correio desapareceu como por magia.
Na madrugada de Natal, o Herculano acordou e viu o Pai natal tal como a Coca-Cola descreve estava sorridente a olhar para ele, o Herculano tocou com o dedo na gorda barriga e perguntou
- Tu és real?
- Sou sim, tal como é real o sol desaparecer e nascer no mar.
- Mas o sol não nasce no mar.
- Tu estas acordado para ver?
- Não, mudando de assunto porque fazes crer que não existes quando crescemos?
- Tudo trata-se do guiso, consegues ouvi-lo?
- Não.
- Vês estas a crescer, estas a deixar de o ouvir, sabe s quando crescemos deixamos de ouvi-lo.
- Espera eu preciso de ouvi-lo, toca mais uma vez – o pai natal tocou mais uma vez o guiso – eu oiço-o, eu oiço.
Logo abraçou-se ao pai natal que desapareceu como por magia, correu lá em baixo e viu os presentes na árvore de natal, o relógio batia as 12 badaladas, decido não acordar ninguém e abri-lo de manhã bem cedo.
Dedico esta história a todos que conseguem como eu ouvir o guiso na noite de Natal.
sábado, 18 de outubro de 2008
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